
- Por: Hilton Gouveia
- Especial para o BLOGdoGM
PRÓLOGO – REDATOR DO BLOGdoGM:
- Na nossa série de matérias sobre os paraísos ecológicos, ruínas históricas, relíquias religiosas e antigos locais de batalhas entre piratas, franceses, portugueses, ibéricos (Reino Unido de Castela e Navarra), espanhóis, invasores holandeses calvinistas, batavos, neerlandeses dos Países Baixos, corsários, bucaneiros, cristãos marranos, ingleses anglicanos, etc, também acompanhamos o dia-a-dia, passo a passo da construção da Ponte do Futuro, unindo por sobre o rio Parahyba, as margens dos manguezais de Intermares (Cabedelo), Ilha de Stuart e Livramento (canaviais da zona rural de Santa Rita).

Pouco conhecidas pela maioria da população local e praticamente desconhecidas pelos turistas nacionais e estrangeiros, vamos expondo as curiosidades sobre as ilhotas de Tiriri, dos Porcos, das Balancias e da Restinga.
- Desta vez, destrinchamos a Ilha das Andorinhas, situada na ponta norte da Ilha de Stuart, na margem esquerda do Rio Paraíba, antes da Ilha da Restinga, descendo na força da correnteza em direção à boca da barra, onde ficam as docas de atracação do Porto de Cabedelo, por onde a Ponte do Futuro vai passar, quando estiver concluída, em mais uma reportagem exploratória de campo protagonizada pelo experiente jornalista-historiador Hilton Gouveia

CONFIRA ABAIXO O TEXTO COMPLETO, ORIGINAL:

- Uma pequena ave de plumagem preta, azul e branca é a principal atração oferecida aos raros visitantes da Ilha das Andorinhas, no Estuário do Rio Paraíba, em Santa Rita, na região Metropolitana de João Pessoa-PB.
Este pequeno ser voador ainda faz pouso migratório neste paraíso, graças ao difícil acesso ao seu santuário.

- Sua carne também não tem sabor agradável como a dos maçaricos e rolinhas.
Elas se misturam com bandos de andorinhas procedentes do Canadá e EUA e fogem do inverno rigoroso do Hemisfério Norte para cá, por causa da abundância de insetos nos mangues nordestinos, principalmente em Pernambuco e na Paraíba.

- Versáteis e velozes – atingem até 72 Km por hora -, costumam capturar insetos no ar, voando em círculos, utilizando esta forma de vôo para bloquear, também, eventuais predadores.
Esta forma de sobrevivência que as protege em suas fases finais de migração, segundo os cientistas, é porque também não possuem canto mavioso, a não ser o trinado coletivo quando escolhem um canto de pouso ou estão se aproximando das áreas de repasto, povoadas de pequenos vermes do mangue ou de insetos diversos, principalmente pernilongos.

- Estamos na época em que elas ainda são vistas em bandos voadores ou catando insetos nas areias fluviais, já na fase preparatória de retornarem às origens, nos próximos meses.
Pesquisadores de universidades nordestinas assim identificam cientificamente o pequeno pássaro.
Basta clicar no link abaixo:
- Andorinha-do-rio (Tachycineta albiventer) – EcoRegistros
https://share.google/9qtchZ2q0cInR7cUb
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE – AS OBRAS DE CONSTRUÇÃO DA PONTE JÁ ULTRAPASSAM A META DE 30%, ATUALMENTE. OS VÍDEOS SÃO ANTERIORES.

