
As obras de triplicação da BR-230, no trecho entre Cabedelo e João Pessoa, têm provocado impactos na operação do transporte coletivo e no deslocamento dos passageiros.
- Diante dos efeitos das intervenções sobre a circulação dos ônibus, o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros no Estado da Paraíba (Setrans-PB) encaminhou ofício ao DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) solicitando a adoção de medidas para reduzir os transtornos durante a execução dos serviços.
Entre as linhas especialmente afetadas estão a 5101 Cabedelo, 5103 Cabedelo/Poço/Intermares e 5104 Praia do Jacaré/Integração Bessa.
- As intervenções e alterações no tráfego têm contribuído para a formação de congestionamentos, aumento do tempo de viagem, atrasos e perda de regularidade das linhas.

Na prática, os impactos atingem diretamente passageiros que dependem do transporte coletivo para chegar ao trabalho, instituições de ensino, unidades de saúde e outros compromissos.
- Com os ônibus levando mais tempo para cumprir os itinerários, os passageiros enfrentam atrasos e a necessidade de ampliar o tempo destinado aos deslocamentos.
Para as empresas operadoras, a redução da velocidade média dos veículos e o aumento do tempo de permanência nos congestionamentos também representam elevação dos custos operacionais, especialmente em razão do maior consumo de combustível e da necessidade de mais tempo para a realização das viagens.
- O Setrans-PB reconhece a importância das obras de triplicação da BR-230 para a infraestrutura e a mobilidade da região metropolitana.

Ao mesmo tempo, defende que sejam adotadas alternativas capazes de minimizar os impactos das intervenções sobre o transporte coletivo, serviço essencial para milhares de passageiros.
Entre as providências solicitadas ao DNIT estão a avaliação de alternativas para facilitar e priorizar a circulação dos ônibus nos pontos mais críticos das intervenções e o reforço da comunicação prévia sobre novas interdições, alterações de tráfego e mudanças na dinâmica das obras.
- As medidas permitiriam que as empresas tivessem melhores condições para ajustar a operação e que os passageiros sejam informados com antecedência adequada sobre eventuais alterações nos deslocamentos.
A expectativa é que o diálogo entre o órgão responsável pelas obras e os operadores do transporte coletivo contribua para conciliar o andamento dos serviços com a necessidade de garantir melhores condições de circulação para os ônibus e seus passageiros.

NOTA DO REDATOR DO BLOGdoGM – VEJA ABAIXO, COM PROVAS VERDADEIRAS CAPTADAS ATRAVÉS DE IMAGENS REAIS GRAVADAS EM VÍDEO, A REPERCUSSÃO NEGATIVA DO ATRASO NAS OBRAS, ATRAPALHANDO A MOBILIDADE URBANA, PROVOCANDO ACIDENTES DE TRÂNSITO E PREJUDICANDO A POPULAÇÃO EM VÁRIOS ASPECTOS DA VIDA COTIDIANA:

