O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB) e da Associação Nordeste Forte, Cassiano Pereira, participou, no início desta semana, em Brasília-DF, de um evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que marcou o início da construção da 32ª edição da Agenda Legislativa da Indústria.

O documento é o principal instrumento de representação dos interesses do setor industrial brasileiro junto ao Congresso Nacional.

De acordo com o presidente, a Agenda Legislativa da Indústria é um instrumento fundamental para articular as demandas do setor, contribuir para a melhoria do ambiente de negócios e fortalecer o diálogo entre a indústria e o Poder Legislativo

“A consolidação de uma agenda forte para 2027 é indispensável”.

“Não se trata apenas de defender o setor industrial, mas de apresentar ao Congresso caminhos sólidos para que o Brasil e, especialmente, a região Nordeste voltem a crescer com competitividade e geração de empregos”, enfatizou Cassiano Pereira.

  • Representando também o Conselho Temático de Mineração (Comin) da CNI, do qual é vice-presidente, Cassiano Pereira destacou, em sua fala, a importância de fortalecer o setor.

“A indústria está no centro da nova dinâmica produtiva global”.

“O Brasil pode aproveitar cada vez mais de suas vantagens no mercado internacional da mineração, bem como induzir seu processo de neoindustrialização”, explicou o presidente da FIEPB e da Nordeste Forte.

Agenda e representatividade industrial

  • Construída com a participação de entidades que compõem a base industrial, a Agenda Legislativa da Indústria orienta a atuação institucional junto ao Poder Legislativo e consolida as prioridades e os posicionamentos do setor em relação às proposições em tramitação no Congresso Nacional.

De acordo com o presidente da CNI, Ricardo Alban, 2027 será um ano extremamente desafiador, com uma nova legislatura e reformas importantes em discussão.

  • Alban observou que a indústria precisará buscar estratégias e abordagens para avançar em temas importantes, diante de um cenário em que o país terá de reduzir os gastos públicos.

“Vamos continuar a nossa luta pela indústria, contribuindo com soluções para o Legislativo”.

“Precisamos de um país forte, pois sem crescimento econômico é impossível manter desenvolvimento social”, pontuou Ricardo Alban.

Nesse processo de construção, a CNI reuniu mais de 180 representantes de federações estaduais das indústrias e de associações setoriais para iniciar a elaboração do documento, que será lançado oficialmente no dia 30 de março do próximo ano.

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