• Por: Hilton Gouveia
  • Especial para o BLOGdoGM

Engenho Velho é uma pequena comunidade de pescadores existente no Distrito de Gramame, que irá ser alvo da curiosidade dos turistas que passarem pelo Arco Metropolitano de João Pessoa, situado a 16 km do centro de João Pessoa.

  • Ali, as evidências históricas tendem a acreditar que Branca Dias, uma judia rica e dona de engenho instalada neste setor ao sul da capital paraibana, acabou queimada na fogueira, pela inquisição, por negar sexo a um padre que por ela se apaixonou.

Isto aconteceu no final do Século 16, com a chegada a essas plagas de Heitor Furtado Mendonça, o grande Inquisidor do Tribunal do Santo Ofício.

  • Numa das versões oferecidas sobre a existência desta mulher, Ademar Vidal faz as seguintes observações:

“Ela nasceu aqui em João Pessoa, a 15 de março de 1734. E morreu queimada em Lisboa, a 20 de março de 1761.

  • Um certo Frei Bernardo, da ordem dos Inacianos, denunciou-a a inquisição, por ter rejeitado sua proposta de sexo.

Vidal registra que o noivo de Branca Dias morreu sob tortura, nos porões do Convento de São Francisco.

  • Moradores de Engenho Velho afirmam que nas noites de Lua Cheia, o Fantasma de Branca é visto lavando as sandálias no rio Gramame.

Em 1975, o proprietário de terras e cirurgião-dentista Cícero Leite descobriu uma caverna num veio subterrâneo de pedra calcárea, localizado em Taquarituba, na zona rural de Santa Rita, a 14 km de João Pessoa.

  • Nascia a Furna do Caboclo, hoje local Turístico muito visitado na área de abrangência do Arco Metropolitano de João Pessoa.

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