
Em cartaz com a exposição ‘Femininas Cores e Tradições’, o restaurante Canoa dos Camarões vai ser palco nesta quarta-feira (dia 22) de uma aula sobre expressão e arte Naïf para alunos de arquitetura e urbanismo.
- A iniciativa integra o projeto cultural da casa e o Pinturas & Poesias com a artista plástica Teca Malabá e os professores Antônio Cláudio Massa e Paulo Rossi.

A ideia é realizar uma experiência artística imersiva pioneira em João Pessoa no ambiente gastronômico.
- A aula de campo no restaurante galeria envolverá 45 alunos matriculados na disciplina Linguagem Visual e Processo Criativo do curso de Arquitetura e Urbanismo do UNIESP.

A artista plástica paraibana e também professora Teca Malabá, que está com obras de sua autoria em cartaz na exposição da casa, é quem vai conduzir o momento, compartilhando suas experiências e trabalhos em arte Naïf expostos.
- As obras retratam as brincadeiras infantis de diversas épocas, num resgate histórico e social do universo infantil.

De acordo com o arquiteto e curador do projeto cultural do restaurante, Antônio Cláudio Massa, esse é um evento de extensão da exposição ‘Femininas Cores e Tradições’, realizado em parceria com a Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário – UNIESP.
- “A aula terá objetivo prático e imersivo no universo da Arte Naïf, visando familiarizar os futuros profissionais de Arquitetura e Urbanismo com os processos criativos simples e expressivos proporcionados pela espontaneidade da arte Naïf”, explicou Massa, que estará ao lado do professor Paulo Rossi, que é sociólogo e fotógrafo.

Ao promover esse encontro entre arte, arquitetura e vivências artísticas, o restaurante galeria reafirma seu compromisso com a valorização da cultura local e com a formação de um olhar apreciativo sobre a produção artística como meio de comunicação universal.
- A experiência propõe ir além da sala de aula, estimulando os estudantes a reconhecerem, na simplicidade e na espontaneidade da arte Naïf, caminhos possíveis para a construção de uma arquitetura mais humana, afetiva e conectada com as tradições e identidades culturais.


