O vereador Bruno Farias (Avante), ex-secretário de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura Municipal de João Pessoa, resolveu nesta quinta-feira (dia 1º de outubro), cobrar rigor nas investigações policiais e apontar uma suposta crise institucional e ética no Governo da Paraíba.

  • Ele faz isso dentro de um contexto da campanha político-eleitoral onde se constata franca queda nas pesquisas do seu candidato a governador Cícero Lucena (MDB), sendo necessário — portanto — escalar estrategicamente o vereador Bruno Farias para rebater denúncias feitas contra o próprio grupo político dele e tentar repassar — sem sucesso — o envolvimento do seu líder com organizações criminosas para terceiros postulantes ao pleito do próximo domingo.

VEJA O QUE DIZ O VEREADOR, LÍDER DA BANCADA DO PREFEITO LEO BEZERRA (PSDB), NA CÂMARA MUNICIPAL:

  • O cenário político e eleitoral da Paraíba vive momentos de forte tensão institucional.

Impulsionado por operações da Polícia Federal, ações judiciais no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) e graves denúncias de uso da máquina pública, o debate político ganhou novos contornos de cobrança por transparência e respeito à legalidade.

  • NOTA DO REDATOR DO BLOGdoGM — Para abrir espaço a todos os segmentos envolvidos nessa questão e repercutir a sucessão de escândalos atribuídos por ele ao grupo que comanda o Estado, nossa Redação do BLOGdoGM recebeu release enviado por representantes do vereador Bruno Farias, conhecido por sua atuação firme e combativa na tribuna da Câmara Municipal de João Pessoa, publicando aqui um resumo da sua narrativa.

Para ele, o acúmulo de denúncias revela não apenas uma disputa jurídica nos tribunais eleitorais, mas uma grave crise de coerência ética e política na gestão estadual.

A instrumentalização da máquina e a gravidade das AIJEs

  • O parlamentar citou as representações protocoladas recentemente no TRE-PB — como a chamada “AIJE dos Fantasmas”, que questiona milhares de contratações em ano eleitoral, e a “AIJE Shoppe do voto”, que aponta o cruzamento de dados de necessidades da população com intenções de voto — dizendo que isso colocam em xeque a lisura do pleito.

Após falar sobre “A República dos Filhos”, Bruno disse que:

“A Paraíba não pode continuar sendo refém de práticas arcaicas de cooptação, de uso descarado da estrutura de governo e de discursos vazios. A resposta a toda essa sanha de poder virá da consciência do povo nas urnas”.

  • “Seguiremos vigilantes, denunciando os abusos e cobrando justiça, porque o nosso Estado é maior do que qualquer projeto de poder familiar”, concluiu Bruno Farias.

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