
Uma história real que precisa ser lembrada.
- Data: Quinta-feira, dia 29 de outubro, às 19h00.
LOCAL:
CASA DE CULTURA AMAURY DE CARVALHO
PRAÇA EDIVALDO MOTTA – CENTRO DE PATOS
- O autor da obra jornalística é o repórter e escritor Damião Lucena

- O Livro “Porto Morto” traz à tona, 34 anos depois, o caso Paulo Porto e Elba Liene, barbaramente assassinados em 7 de dezembro de 1992, a pauladas e pedradas, cujos corpos foram encontrados nas imediações do Aeroporto Brigadeiro Firmino Ayres.
A publicação, com 164 páginas, traz detalhes do Inquérito Policial e Processo Judicial, júri e repercussões, além de referências à biografia das vítimas.

- Segundo o autor da obra jornalística, Damião Lucena, o livro “Porto Morto”, também enfoca convergências e divergências políticas de Paulo Porto.
Ele que chegou a ser homenageado por Rivaldo Medeiros, mais tarde, já eleito vereador, lhe encaminhou, de público, uma indireta:

“Quem disse que aleijado não podia vestir paletó se enganou redondamente”.
- Paulo Porto, apesar da paralisia infantil que o atingiu aos 9 meses de idade, não tinha limitações para atividades normais do dia a dia, nem mesmo nas tradicionais pescarias.

No ponto onde foram encontrados os corpos de Paulo Porto e Alba Liene, houve a construção de um Marco em homenagem as vítimas da tragédia.
- Com a reforma e ampliação do Aeroporto, aconteceu sua retirada e sumiço, sem haver qualquer satisfação dada aos familiares e amigos, sequer a entrega ou transferência da estrutura, tida como destruída.

O fato também é destacado no livro “Porto Morto”.
- Jeane Calixto, que chegou a ser acusada de mandante do crime, no caso Paulo Porto e Alba Liene e que foi absolvida em Júri Popular, realizado em João Pessoa, escreveu um livro intitulado “A Face Oculta da Justiça”, no qual acusa os que lhe acusaram pelo que classifica de parcialidade da Polícia e do Poder Judiciário, entre outros pormenores polêmicos, que Damião Lucena fez constar no Livro “Porto Morto”, que traz todo o desenrolar do processo que deixou muitas dúvidas, e passou a fazer parte da publicação.

O assassinato de Paulo Porto e Alba Liene, abriu uma lacuna na existência de crianças órfãs, que tinham nos respectivos personagens os seus pontos de apoio, transformando o que era alegria em uma enorme tristeza, atingindo, sentimentalmente, a população sertaneja.
O fato também é destacado no livro “Porto Morto”.

- Houve o registro de Paulo Porto no casamento civil com Gorete, em cerimônia simples e caseira, assinalando um dos pontos importantes de sua existência terrena, com a qual geraria duas filhas, uma, como ele, hoje na eternidade.
O que o comunicador e vereador eleito, cuja posse faltavam 23 dias para acontecer, não sabia – obviamente – é que ele seria barbaramente assassinado, juntamente com a empresária Alba Liene, constituindo um dos crimes mais emblemáticos da história de Patos.

- Paulo Porto, aparece também em uma foto ladeado por sua mãe Severina, que faleceu em 17 de março de 1984, coincidentemente no dia do seu aniversário, que viria a ser tragado, oito anos depois, no mais alto grau de violência.
Ele se transformou em um dos maiores comunicadores da Rádio Espinharas, e foi eleito vereador em 1992, não chegando a assumir a cadeira por conta da tragédia que ocorreu 23 dias antes da posse.

Hoje, quase 34 anos após o seu assassinato e o de Alba Liene, perdura a indefinição dos reais algozes.
- Todo o desenrolar do processo, que deixou muitas dúvidas, está contido no livro “Porto Morto”, que pode ser adquirido através do PIX: damiaolucena@gmail.com ao preço de R$ 35,00.
O livro “Porto Morto” já tem ponto de venda definido em João Pessoa, no Jardim Luna, com Fátima Lucena, através do ZAP: (83) 9 9991-2944.

